BRAZIL


A SÉRIE DA BÍBLIA: RECURSO PARA SERMÃO

PRIMEIRO SEGMENTO: 

Episódios 1 “No Princípio” & Episódio 2 “Exodo”

Seguindo os princípios perfeitos, a humanidade logo falhou e Deus enviou um dilúvio devastador. O descendente de Noé, Abraão, ouve a voz de Deus e recebe a promessa de uma terra e uma nação – uma promessa aparentemente impossível em vista da sua mulher Sara, ser estéril. Porém, através uma serie de provas, a fé de Abraão continua firme e ele ganha uma família. Seus descendentes formam as doze tribos de Israel e o povo escolhido de Deus começa a habitar a Terra Prometida. Mas, a fome vem, e os Israelitas são forçados para o exílio no Egito, onde eles são brutalmente escravizados pelo Faraó. Agora eles precisam de um novo líder para salva-los. O homem escolhido é Moisés e, depois que deus aparece a ele numa visão, ele sabe o que precisa ser feito. Corajosa e dramaticamente, Moisés leva seu povo fora do exílio, através o Mar Vermelho, de volta à Terra Prometida. No deserto Deus renova Sua promessa de uma terra e uma nação só seu, mas eles precisariam viver pelas regras. Moisés aceita os 10 Mandamentos de Deus, o quadro moral para uma sociedade justa que os Israelitas teriam que forjar quando eles alcançarem a Terra prometida.

Episódio 1. Sacrifício de Isaque
O sacrifício emocional do filho amado de Abraão, Génesis 22:1-18.

· Sacrifício de Crianças. O problema com o sacrifício de crianças aqui é difícil. Mas, lembra que Abraão ainda não tem a Lei de Moisés ou outras Escrituras Hebraicas. A auto-revelação de Deus é muito limitada nesta altura da história remissiva. Então, Abraão só podia seguir as normas religiosas/rituais das culturas ao redor onde o sacrifício de crianças não era incomum. A ordem não teria sido tão impensável como se fosse hoje, e Abraão não tinha conhecimento das Escrituras futuras onde Deus claramente o condena. Mas se Deus o condena mais tarde, como que Ele o pediu aqui? O desejo de Deus nunca foi o sangue de Isaque; o Seu desejo era a suprema submissão de Abraão.

· Fé e obediência. Se viemos obedecer a Deus somente quando Sua ordem 1) nos faz sentido e 2) concordamos que é bom, então na realidade não estamos obedecendo as ordens de Deus como uma expressão de confiança em Sua sabedoria e Seu caráter. Estamos meramente consentindo com as exigências de Deus depois que Ele se justifica a altura do nosso próprio entendimento moral ou intelectual. Obedecemos, ou meramente concordamos? Ele seria a autoridade, ou seríamos nós?

· Fé e angústia. A vida radical de fé e obediência inevitavelmente envolve angústia profunda e real. A vida para qual Deus nos chama é uma que nossa carne fundamentalmente opõe. A sua fé em Deus lhe conduz a uma simples vida confortável, livre da angústia de segui-Lo num mundo quebrantado? Ou ela lhe leva a lutar constantemente com os valores e as assunções deste mundo? Existe uma luta de angústia em sua vida de fé?
· Fé e ressurreição. O clip captura poderosamente o fato que Abraão essencialmente recebe Isaque de volta da morte. O autor de Hebreus (Hebreus 11:17-19) vê a fé de Abraão aqui como uma prova de fé na ressurreição: que Deus até levanta os mortos e cumpre Suas promessas.

· Jesus. Abraão, o pai da fé, tinha que estar pronto para sacrificar seu único filho por causa de sua devoção pactual a Deus, mas Deus, o Pai Celeste, verdadeiramente sacrificou seu único Filho por causa da sua devoção pactual para conosco.


Episódio 2. 

Moisés & a Sarsa Ardente
O chamado de Moisés para enfrentar seu passado e tirar Seu povo do Egito, Êxodo 3:1-17

· Encontrando Deus. Não foi por acidente que Moisés encontra Deus pela primeira vez, não em meio de abundância e conforto, mas em meio de profunda luta pessoal e até desespero. O pecado da humanidade no Jardim foi a busca de nos sermos deuses: auto-louvor e a desilusão da autonomia humana. Quando descobrimos o vazio destas coisas e descobrimos a nós mesmos confrontados com nossa própria fraqueza, necessidade e pecado, é aí que encontramos Deus.

· Poder e fraqueza. Moisés falhou na sua tentativa de fazer o trabalho de Deus através o poder humano e violência. Em vez disso, ele foi confrontado, no deserto, com a sua fraqueza. Em seu encontro com Deus na sarsa ardente, ele aprende que seria a despeito dele que Deus revelará Seu poder divino. O Reino de Deus segue em frente, não através do uso de poder mundano, mas através a confiança total no poder de Deus. Seu poder se aperfeiçoa na fraqueza (2 Corintios 12:9, Deuteronômio 7:6-8).

· O fogo de Deus. Fogo representa a presença de Deus através as Escrituras. É uma imagem de santidade aterrorizante, pureza absoluta e julgamento feroz. Fogo é apropriado também por que de um lado é aterrorizante e perigoso e também do outro lado é lindo e atrativo. A glória e a santidade de Deus são exatamente assim. Terror e beleza. Perigo e conforto. A perca de qualquer lado desta tensão é perder a essência da santidade de Deus.

· Queimando, porem não consumidos ainda. Como podemos nos aproximar ao Deus que é um fogo todo consumidor e ainda é o próprio amor que o coração humano precisa? Para Cristãos, a resposta é que Jesus tomou sobre Si nossa carne e entrou no fogo da santidade e fúria de Deus na cruz. Ele foi consumido pelo julgamento de Deus para que nós possamos aproximar ao Fogo de Deus e não sermos consumidos. Nós aproximamos ao trono da graça não pelos nossos próprios méritos ou fidelidade, mas pelo Seu sangue.

Translation done by:  Mike Davis, Founder/CEO of Uptone Pictures 

Content author:  Rev Abraham Cho, Assistant Pastor of Redeemer Presbyterian Church, New York, NY



SEGUNDO SEGMENTO: 


Episódio 3 “Pátria” & Episódio 4 “Reino”

Após Moisés vem o grande guerreiro Josué. Com a ajuda de Deus, e um exercito de centenas, ele consegue conquistar Jericó – o portal da Terra Prometida. Mas as batalhas não acabaram ali. Os Israelitas sofrem nas mãos da tribo combatente que vive ao redor – os mortais e ferozes Filisteus. Até a força de Sansão não é o suficiente para combater a divergência da Dalila e seus conspiradores. Sansão finalmente entende o propósito de sua vida e destrói os Filisteus, mas as batalhas não cessaram ali. Agora os Israelitas demandam um rei para proteger sua terra. O profeta Samuel adverte que um rei não é a resposta, mas, mesmo receoso. Ele unge Saul como o primeiro Monarca de Israel. Saul cheio de falhas, ele aprende tarde demais – a importância da obediência a Deus. Seu poder desmorona, uma nova estrela surge. Davi conquista o poderoso Golias e ganha os corações do povo. Ele também ganha a nova capital do povo escolhido de Deus – Jerusalém. Mas sua avareza por mais é sua queda, e o leva a quebrar os mandamentos de Deus. A Idade de Ouro de Jerusalém, e do Templo do seu filho, Salomão é passageira.




Episódio 3. 
Sansão destrói o templo Sansão usa sua força renovada para se sacrificar e destruir o tempo filisteu, Juízes 16:27-31 

• A busca. O livro de Juízes é construído ao redor do ciclo do pecado de Israel seguido pelo sofrimento que causa Israel clamar a Deus. Deus ouve e levanta um herói pouco provável que os salva e restaura uma medida de paz. O verso controlador do livro de Juízes é 17:6, “Naqueles dias não havia rei em Israel; cada qual fazia o que achava mais reto.” O livro inteiro é uma história sobre a busca pelo verdadeiro e bom e fiel rei. De fato, podemos entender que toda vida humana é uma busca pelo Rei legítimo. 

 • A fidelidade de Deus. Em virtude do pecado obstinado e rebelião de Israel, é Deus e sua fidelidade obstinada que brilha como o supremo herói. Ele não desiste de Seu povo – seja lá o que for. Nossas vidas, se nós as vejamos corretamente, é a história da fidelidade obstinada de Deus para conosco até no meio de nossos maiores pecados. Seja o que for a escuridão que estivermos enfrentando agora, Deus não nos abandonou. Seu poder não nos deixou, de fato, é aperfeiçoado na fraqueza. 

 • Heróis defeituosos. O Sansão é um dos maiores heróis improváveis no livro de Juízes. Ele é profundamente defeituoso e mesmo assim usado por Deus para nos mostrar que Deus não trabalha de acordo com o mérito ou justiça humana (caso fiquemos orgulhosos e nos dependermos em nós mesmos), mas trabalha de acordo com a Sua graça e através daqueles que sabem profundamente sua necessidade de um Salvador. Todos estes heróis defeituosos, porém, mantém os leitores ansiando pelo Verdadeiro e Perfeito Rei. Um Homem Poderoso que finalmente acabará o ciclo de pecado e sofrimento. 

 • Jesus. Sansão, o homem poderoso de Deus, aqui entrega sua vida como um ato final de fidelidade para destruir os inimigos de Deus. O Maior Sansão, Jesus, mais tarde, em um ato de suprema fidelidade entrega Sua vida para salvar os inimigos de Deus da destruição eterna.


 

Episódio 4. 

Daví & Golias O jovem Daví derrota o gigante Golias com grande fé e uma pequena funda, 1 Samuel 17:40-50 

• Pela fé não pela vista. Daví é muitas vezes visto como um exemplo de grande fé e coragem contra toda vantagem. Enquanto isso é verdade, a fé de Daví não foi fé cega. Não, ele viu com olhos diferentes. Enquanto todo mundo viu a presença física ameaçadora de Golias e a comparou com os seus próprios recursos físicos, Davi viu a presença e o poder físico de Golias em luz da presença e o poder de Deus. Quando ele comparou o Golias, não com si mesmo, porém com seu Deus, as vantagens mudaram consideradamente. Ele teve coragem e fé não porque sua fé era cega, mas porque sua fé via acertadamente.

 • O campeão. As linhas de batalha são marcadas e Golias é o representante dos Filisteus e Daví o representante de Israel. Se Daví perder, sua derrota refere-se a todo Israel. Se ele vencer, os benefícios de sua vitória referem-se a todo Israel. Daví é o campeão de Israel e ele luta por Israel e sua vitória significa a vitória de todos que se identificam com ele. A história, então, enquanto fala certamente de fé e coragem, na verdade pretende nos dirigir em nossa necessidade a um Verdadeiro Campeão, pois nem um de nós consegue enfrentar e derrotar os “Golias da vida” confiando em nossa própria força. 

• Jesus. Jesus é muitas vezes chamado o Filho de Daví no NT. Ele foi o rei como Daví, um homem segundo o coração de Deus, que o povo de Deus estivera esperando. Sua vida, morte e ressurreição é uma batalha contra o maior inimigo, Satanás e a morte. Se este Filho de Daví perder sua batalha, então somos todos perdidos. Se Ele vencer, significa vitória uma vez por todas por qualquer um que se identifica com Ele pela fé. Na cruz, parecia que nosso Campeão sofreu a pior derrota imaginável. Mas foi no ato de se submeter ao inimigo, a morte, que Ele o destruiu de dentro para fora. Ele venceu a batalha em nosso lugar e os frutos de Sua vitória são nossos – a vida eterna.

Translation done by:  Mike Davis, Founder/CEO of Uptone Pictures

Content author:  Rev Abraham Cho, Assistant Pastor of Redeemer Presbyterian Church, NY, NY





TERCEIRO SEGMENTO: 

Episódio 5 “Sobrevivência” & Episódio 6 “Esperança”

Crivada pela corrupção e a avareza Israel e sua monarquia estão falindo. Como as advertências do Profeta Jeremias são ignoradas, o humilde Rei Zedequias e seu povo estão imponentes para impedir a invasão da Babilônia, as visões de Daniel e a fé infalível ajudam negociar o retorno à Jerusalém sob o Rei Ciro. Mas logo um novo inimigo surgirá e tomará posse – os poderosos Romanos. Debaixo da autoridade do maior império na Terra, os Judeus são imponentes em sua própria terra, e o povo anseia um Messias para livrá-los da ocupação brutal. E logo eles teriam um. Maria é chocada quando é informada que dará a luz ao filho de Deus, enquanto o Rei Herodes se enfurece por quanto da criança usurpadora ao seu trono. João o Batista prepara o povo para uma nova era, e o maior líder por vir. Jesus recruta seu primeiro discípulo, Pedro, o pescador, e agora sua missão pode começar de verdade.


 

Episódio 5: 

Jesus & Pedro Jesus fazendo de um pescador um pescador de homens. Lucas 5:1-11 

Conceitos ensináveis: 

 • Deus usa as coisas simples do mundo para mudar o mundo.

• Jesus viu sucesso onde Pedro viu derrota. 

• Jesus chamou Pedro como ele era: duvidoso e simples, e mostrou-lhe um grande destino: “Você será pescador de homens.” 

• Jesus demonstra que Ele é Senhor, também, do mar e tudo que nele há. Seu milagre demonstra o Seu direito à divindade. 

• Jesus também revela Seu propósito de vida com o desafio: “Você será pescador de homens.” Jesus quer salvar os humanos e trazê-los para dentro do Reino de Deus e um relacionamento com Ele. 

• Pedro, enquanto duvidoso inicialmente, demonstra grande admiração e fé ao testemunhar um milagre. Ele não sabe como Deus trabalha através de Jesus, unicamente que Ele o faz. É só depois da ressurreição de Jesus que Pedro, e os outros discípulos, começam a entender completamente que Jesus realmente é. 

• O modelo de amor de Cristo é revelado aqui. Ele veio ao encontro da necessidade de Pedro antes de comunicar verdades espirituais. Perguntas nas quais refletir: 

• O video clip inclui linhas que não estão nas Escrituras. As duas distintas são “Eu quero lhe dar uma nova vida” e “Transforme o mundo.” Será que estas linhas refletem o coração da passagem da Bíblia? De que forma este momento na vida de Pedro foi o começo de uma nova vida para ele? Porque a frase “Transforme o mundo” explica o propósito de Cristo na terra? 

 • O que Cristo quer dizer por ser “um pescador de homens?” Este é um chamado para nós tanto como para o Pedro? 

 • Como podemos ser “pescadores de homens?”



Episódio 6: 
O Batismo de Jesus João Batista batiza Jesus Cristo. Mateus 3:13-17 

Conceitos Ensináveis: 

• O batismo é uma declaração pública de uma escolha pessoal. 

• É um ato feito como uma reflexão dos direitos de purificação dos Judeus: nós o fazemos para mostrar que somos limpos e escolhemos continuar puros. 

• Nós estamos escolhendo morrer para o “velho homem” (nas palavras de Paulo) e viver para o “novo homem.” Isto é feito pela escolha, pela fé, de aceitar o sacrifício de Cristo para nossas vidas. No batismo, confessamos que estamos aceitando a morte de Cristo como nossa morte para a velha vida e que estamos aceitando a ressurreição de Cristo como o começo de nossa nova vida. 

• É a declaração de Sua Divindade, é também a declaração da nossa decisão de segui-Lo. 

• João imediatamente reconhece Jesus como seu primo e também reconhece a divindade de Cristo. Por esta razão, ele tenta desencorajar Cristo de ser batizado. 

• O poder de Deus e Seu Espírito descem sobre Cristo após Sua obediência de ser batizado. O primeiro passo que precisamos tomar em relação a Deus é a obediência. 

• A voz de Deus reafirma o relacionamento divino entre Deus e Cristo. A divindade e a reivindicação de Cristo como Filho de Deus são confirmados nisto. 

• Somos lembrados do amor de Cristo por nós. Ele sacrificou Sua própria vida por nós. Perguntas nas quais refletir: 

• O que significa morrer para a “velha vida” e iniciar a “nova vida?” 

• Porque João hesitou ao batizar Jesus? 

• O que você acha que Cristo quis dizer quando disse ao João que Ele (Cristo) tinha que ser batizado para “cumprir toda a justiça?” 

• Você foi batizado? Qual foi sua experiência de batismo? 

• Porque é necessário fazer uma “declaração pública” da “escolha particular” de seguir a Cristo como Senhor e Salvador?

Translation done by:  Mike Davis, Founder/CEO of Uptone Pictures

Content author:  Jason Batt, Group Life Pastor of Capital Christian Center, Sacramento, CA



QUARTO SEGMENTO: 

Episódio 7 “Missão” & Episódio 8 “Traição”

Os discípulos compartilham a alegria dos milagres de Jesus e aprendem da sabedoria de Suas parábolas. A mensagem de perdão alcança aqueles previamente excluídos, tais como Maria madalena e o coletor de impostos, Mateus. Mas nem todos regozijam com o novo profeta, e as autoridades judaicas ouvem histórias sobre os desafios à ortodoxia. Multidões seguem Jesus e eles O clamam como seu rei. Até os discípulos ficam incertos sobre que tipo de líder é Jesus, mas sua fé é confirmada quando Ele demonstra que Ele é o poder supremo, levantando um morto da cova. Jesus e Seus discípulos precisariam de grande força e fé enquanto eles se aproximam ao conflito direto com as autoridades religiosas e políticas. A entrada de Jesus em Jerusalém é vigiada de perto pelas multidões adoradores e autoridades circunspetos do Templo. O Sumo Sacerdote Caiafás recruta Nicodemos para manter um olho no novo profeta. Mas a traição é iminente. Uma ceia compartilhada faz pouco para eliminar a sensação de condenação ameaçadora para Pedro e os outros enquanto eles tomam conhecimento que seu líder logo morrerá. Enquanto Jesus ora no Jardim do Getsêmani, Ele sabe que o fim está perto. Após ser preso Jesus é acusado de blasfêmia, um crime pela qual há só uma sentença: a morte..


 

Episódio 7: 

Andando na Água O convite de Cristo ao Pedro para ter fé em meio a tempestade. 

Mateus 14:22-33 

Conceitos Ensináveis: 

• O milagre do poder de Jesus sobre as leis da natureza reafirma sua reivindicação de ser o Filho de Deus e Sua divindade. Jesus confirma que Ele é Senhor sobre toda a criação. 

• O quarto da noite era entre 3:00 e 6:00 horas da manhã. Os discípulos tinham batalhado as ondas durante quase nove horas. Eles estavam exaustos. 

• Jesus responde ao Pedro com a declaração “Sou Eu,” ou literalmente, “Eu Sou” (as palavras gregas são ego eimi). Isso nos lembra o nome que Deus falou ao Moisés na sarsa ardente. Isso é também outra reivindicação de divindade. 

• Pedro foi desafiado a manter seus olhos em Deus e não nas circunstâncias. 

• Ele só estava em perigo quando ele tirou seus olhos de Deus e olhou para as ondas. 

• A despeito de sua falta de fé, Deus o salvou. 

• A demonstração do poder de Cristo reafirma Seu encorajamento a “não temer.” Ele rege sobre tudo. . 

Perguntas nas quais refletir: 

• Em sua vida pessoal, quais circunstâncias lhe causam tirar os olhos de sobre Cristo? 

• O video clip mostra Judas argumentando que o Messias devia ser um guerreiro. Existe uma crença entre alguns Judeus que o Messias devera ser um conquistador e Judas expressa essa crença. De que outras maneiras foi Jesus diferente das expectativas das pessoas? 

• Outra vez, Pedro é o centro de um milagre major. O que tinha Pedro que Cristo tantas vezes fez milagres ao redor e com ele? 

• Jesus diz ao Pedro, “Porque você duvidou?” Pedro não dá uma resposta. Porque você acha que Pedro duvidou?


   

Episódio 8: 

A Última Ceia A comunhão final e despedida de Cristo com Seus discípulos. 

Mateus 26:20-28

Conceitos Ensináveis: 

• No video clip, Jesus lembra aos discípulos a não temerem. Este clip também usa uma citação de Jesus em João 14:6: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida.. A citação termina com “Ninguém vem ao Pai senão por Mim.” Esta é uma reafirmação da divindade de Cristo e o propósito da Sua vinda para a Terra. 

• Em relação à Comunhão ou a Ceia, é uma reflexão/repetição da tradição judaica da Páscoa. A Páscoa era celebrada para lembrar a proteção de Deus do povo de Israel enquanto estavam em cativeiro e para lembrar a providência de Deus ao livrá-los do Egito. 

• O sacrifício de Cristo, lembrado na Comunhão ou Ceia, fora providência e proteção suprema. 

• Também, na mente judaica, comendo a refeição foi um meio de confirmar a aliança. Participando da Comunhão ou Ceia, é uma repetição da confirmação de nossa escolha de viver na Nova Aliança que Cristo estabeleceu. 

• No versículo 24, Jesus começa dizendo “Como está escrito . . .” Ele está se referindo às profecias do servo sofredor em Isaías 42-53. Jesus refere à Sua reivindicação de ser o Messias e de cumprir a profecia com esta declaração. 

• Os outros discípulos chamam Jesus de “Senhor.” Judas chama Jesus de “Rabbi” ou “Mestre.” Não há referência nas Escrituras onde Judas chamou Jesus de “Senhor.” Judas aceitou Cristo como mestre, mas não como Senhor. 

• Pelo fato de Jesus reivindicar que Seu corpo e Seu sangue seria o sacrifício Ele estava reivindicando que Ele era o ultimo e supremo cumprimento dos sacrifícios do Velho Testamento. O Seu sacrifício na cruz seria o ultimo e cumpriria todos os requerimentos sacrificais. Perguntas nas quais refletir: 

• De que maneiras é a Comunhão ou Ceia uma celebração da providência de Deus ao nos tirar da escravidão? 

• Porque Judas não conseguiu chamar Jesus de “Senhor?” Qual é a diferença entre chamar Jesus de “Senhor” e chama-Lo de “Mestre?” 

• Como o sacrifício de Cristo é o supremo sacrifício? Como ele cumpre os requerimentos sacrificais do Velho Testamento? 

• Porque foi necessário Jesus lembrar aos discípulos de “lembrar” dele? Porque que eles precisavam ser tranqüilizados com a promessa de que Ele estaria sempre com eles?

Translation done by:  Mike Davis, Founder/CEO of Uptone Pictures

Content author:  Jason Batt, Group Life Pastor of Capital Christian Center, Sacramento, CA



CINCO SEGMENTO:

Episódio 9 “Crucificação” & Episódio 10 “Coragem”

O fado de Jesus precisa ser decidido. Enquanto o Sumo Sacerdote Caiafás O condena, que não pode acontecer na Páscoa, então ele apela ao Governador Romano Pilatos. Pilatos sente a pressão intensa para apaziguar sua esposa preocupada, ou manter a paz com Caiafás, então ele desvia sua decisão ao publico. A multidão escolhe soltar o assassino Barrabás, e então se inicia a subida fatal e infeliz de Jesus à Golgotá, o lugar da crucificação. Maria, mãe de Jesus, e os discípulos vivenciam o horror de suas últimas horas, mas enquanto Ele respira Seu último suspiro, os céus se escurecem, um agouro do que estava por vir. A tristeza de Maria Madalena e dos discípulos se transforma em alegria quando eles concebem que seu Senhor ressuscitou do túmulo. Em Pentecostes o Espírito Santo aviva os discípulos, e agora eles tem o poder para espalhar a mensagem de Jesus, apesar dos desafios enormes que eles enfrentariam. Discípulos agora se tornaram apóstolos – mensageiros da Palavra de seu Senhor Jesus cristo. O perseguidor da igreja primitiva, Paulo, se torna o maior dos mensageiros, levando a Palavra para o coração do mundo romano trazendo seguidores incontáveis à nova fé. A Palavra milagrosamente continua viva e eficaz através os discípulos e além.



Episódio 9: 
Pilatos encontra com Jesus A busca de Pilatos por informação enquanto ele encontra com a Verdade. João 18:33-38 


Conceitos Ensináveis: 

• Esta cena providencia o contraste entre as duas autoridades na vida: A Autoridade de Deus versus A Autoridade do Homem. 

• Pilatos era o representante do Império Romano, a força invasora, em Jerusalém. Ele tinha o poder de mandar Cristo para a morte. 

• Porém, Cristo, o representante do Reino de Deus na Terra, verdadeiramente tinha poder sobre a vida e a morte. 

• A autoridade de Cristo superava a de Pilatos e foi demonstrada pelo fator de não ter que se defender de Pilatos. 

• Jesus disse, “Meu reino não é deste mundo. Se meu reino fosse deste mundo, meus servos estariam lutando.” Jesus refere à Sua reivindicação à divindade aqui tão bem como ao Seu poder soberano como Filho de Deus. 

• Cristo também diz, “Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” Cristo reafirma Seu propósito em vir para a Terra. 

• A declaração de Cristo que Ele veio para o mundo "para dar testemunho da verdade" ecoa Sua reivindicação em João 14:6, "Eu Sou o Caminho, a Verdade, e a Vida” Cristo não alegou ser somente um bom mestre. Ele veio para ser a fonte de Verdade e Vida, e o único Caminho. 

• Perguntas nas quais refletir: · Como o reino de Cristo é diferente de reinos terrenos? · Pilatos responde ao Cristo, “O que é verdade?” Como você responderia esta pergunta? · O escritor C. S. Lewis disse que as reivindicações de Cristo foram tão extraordinárias que Jesus era ou um "mentiroso", um "lunático" ou "Senhor"? De que modo foram extraordinárias as reivindicações de Cristo? · Judas chamou Cristo de "mestre." Como este título reflete sobre as reivindicações de Cristo sobre Si mesmo? 

 

Episódio 10: 

Ananias & Paulo O chamado de Ananias para perdoar e ungir seu opressor. Acts 9:10-22 

Conceitos Ensináveis: 

  • Ananias responde ao Cristo com a declaração, “Eis me aquí,” ecoando as respostas de Abraão, Jacó, Moisés, Samuel, Isaías e outros quando Deus os chamou. 
  • A cura da cegueira física de Saulo também demonstra que sua cegueira espiritual foi curada. 
  • Batismo é uma declaração pública de uma escolha particular. A decisão de Saulo de ser batizado imediatamente é importante porque ele estava declarando a sua mudança de coração e vida publicamente. Previamente ele tinha declarado publicamente seu ódio pelos Cristãos. 
  • Deus nos usa para espalhar Seu amor. Ele usou Ananias, um indivíduo pessoalmente afetado pela campanha de Saulo contra os Cristãos, para demonstrar perdão e amor para com Saulo. 

Perguntas nas quais refletir: 
  • Quão difícil foi para Ananias ir ao encontro de Saulo, um homem conhecido por caçar e matar os Cristãos? 
  • Como, antes de sua conversão, foi Saulo espiritualmente cego? 
  • Quando você foi espiritualmente cego? Qual a diferença entre agora e naquele tempo? 
Porque você acha que Deus escolheu um individuo pessoalmente ferido pelas ações de antemão do Saulo para ser um veículo de perdão e amor para com o Saulo? 

Translated by:  Mike Davis, CEO/Founder of Uptone Pictures

Contribuição de Jason Batt – Diretor da Group Life, Capital Chrisham Center, Sacramento, CA